Tributário20 de jul de 2026Venda de usina da Raízen: o que muda para fornecedores e credoresA Raízen vendeu a usina Caarapó, em Mato Grosso do Sul, para a Adecoagro por R$ 760 milhões, movimento que faz parte da reestruturação da companhia durante a maior recuperação extrajudicial do país, e que traz reflexos práticos para fornecedores, credores e empresas ligadas ao setor sucroenergético.
Ler matéria : 4 min de leituraGestão20 de jul de 2026Petróleo dispara com tensão no Irã: o que muda no seu bolso agoraTensões entre Estados Unidos e Irã voltam a agitar o mercado de petróleo, com reflexos possíveis nos custos de combustível e transporte. No Brasil, o boletim Focus mantém a expectativa de juros estáveis e mostra leve alívio na projeção de inflação para 2026.
Ler matéria : 4 min de leituraTributário20 de jul de 2026Retenção na fonte só vira crédito após ajuste na declaração, decide CarfO CARF negou, por voto de qualidade, a compensação de Cofins com créditos de retenção na fonte de uma concessionária de energia, reforçando que esses valores só geram crédito compensável após serem deduzidos corretamente nas declarações fiscais.
Ler matéria : 3 min de leituraReforma tributária20 de jul de 2026Simples Nacional pode perder competitividade com reforma tributária; entendaA reforma tributária já está em curso e pode reduzir a competitividade de empresas do Simples Nacional que vendem para grandes clientes, já que o novo sistema de créditos favorece fornecedores do regime regular. Entenda o que muda e como se preparar.
Ler matéria : 4 min de leituraCuriosidades20 de jul de 2026FIDCs crescem e viram opção de crédito: veja riscos de fraude e inadimplênciaOs FIDCs somaram R$ 30,6 bilhões em captação líquida no primeiro semestre de 2026 e viraram uma das principais portas de crédito para empresas de todos os portes, mas o crescimento acelerado também aumenta a atenção necessária com fraudes, lastro dos recebíveis e inadimplência.
Ler matéria : 3 min de leituraTributário17 de jul de 2026PIB 2026: o que a alta da inflação muda no planejamento das empresasA Fazenda manteve em 2,3% a projeção de crescimento do PIB para 2026, mas elevou a estimativa de inflação de 4,5% para 5,1%, um cenário que exige atenção redobrada a margens, preços e crédito nas empresas.
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