A Receita Federal identificou que as stablecoins já concentram cerca de 80% do volume declarado em criptoativos no Brasil, movimento que ganha nova camada de controle com a chegada da DeCripto em julho de 2026.
Ataques a petroleiros na Arábia Saudita elevaram o petróleo acima de US$ 100 o barril, derrubaram o Ibovespa e levaram o dólar a R$ 5,08, em mais um dia de aversão a risco nos mercados globais.
Ex-secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, afirma que Trump tenta minar a independência do Fed e alerta para risco crescente de "dominância fiscal", cenário que pode elevar juros globais e afetar custos de crédito e câmbio no Brasil.
A Weg registrou queda no lucro e na receita do segundo trimestre, penalizada pela valorização do real, mesmo com a demanda externa aquecida, um alerta para empresas exportadoras sobre o peso do câmbio nos resultados.
O FMI avaliou a economia brasileira e recomendou que o Banco Central mantenha os juros flexíveis e guiados por dados, além de defender um ajuste fiscal mais forte para sustentar a confiança e reduzir riscos de inflação.
O Banco Central Europeu manteve os juros nesta quinta-feira, mas a alta do petróleo e do gás reacende a possibilidade de novo aumento em setembro, um cenário que pode afetar custos, câmbio e negócios brasileiros ligados à Europa.
Janet Yellen afirma que, no curto prazo, o boom de investimentos em inteligência artificial está pressionando preços de semicondutores e energia, e não reduzindo a inflação como muitos esperavam.
O Ibovespa fechou em alta de 2,44%, superando os 177 mil pontos, puxado por Vale, Petrobras e Weg, enquanto o dólar caiu ao menor nível em mais de um mês. No mesmo dia, entrou em vigor a tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros, e o governo lançou R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas.
A Weg divulgou lucro líquido de R$ 1,56 bilhão no segundo trimestre, queda de 2,1% em relação a um ano antes, mas o resultado veio acima do esperado pelo mercado e turbinou as ações da empresa. O caso mostra como câmbio, custo de matérias-primas e tarifas de importação nos EUA afetam diretamente a lucratividade de empresas industriais brasileiras.
O Banco Mundial alerta que a guerra entre EUA e Irã pode derrubar o crescimento global para 1,3% e levar a inflação a 4,5%, com juros mais altos afetando especialmente países endividados.
Uma pesquisa da XP com 37 gestoras globais, que administram juntas US$ 5,5 trilhões, mostra que juros altos e inteligência artificial empataram como maior risco para as decisões de investimento, à frente da tensão geopolítica. Para empresários brasileiros, entender essa mudança ajuda a antecipar custo de capital, oportunidades em energia e minerais críticos e setores que perderam força no radar internacional.
Petróleo fecha na máxima de cinco semanas após ataques entre EUA e Irã e ameaça de bloqueio naval dos houthis à Arábia Saudita, movimento que já reflete no câmbio e traz alerta para empresas que dependem de combustíveis, logística e comércio exterior.
A farmacêutica suíça Novartis superou as expectativas de lucro no segundo trimestre mesmo enfrentando forte queda nas vendas do Entresto por causa dos genéricos, e manteve suas projeções para 2026 graças ao controle rígido de despesas operacionais.
Mercados globais amanheceram divididos: petróleo sobe com a escalada da tensão no Oriente Médio, mas as bolsas ignoram o risco e apostam nas ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial.
A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã derrubou o Ibovespa e o dólar nesta segunda-feira, enquanto o petróleo disparou com o risco de bloqueio no Estreito de Ormuz, movimento que já pressiona custos de combustível e logística para empresas brasileiras.
O Boletim Focus reduziu pela terceira semana seguida a projeção de inflação para 2026, mas o ritmo de queda perdeu força e os juros altos devem persistir por mais tempo, o que exige atenção redobrada do empresário no planejamento financeiro.
Tensões entre Estados Unidos e Irã voltam a agitar o mercado de petróleo, com reflexos possíveis nos custos de combustível e transporte. No Brasil, o boletim Focus mantém a expectativa de juros estáveis e mostra leve alívio na projeção de inflação para 2026.
Uma viagem para acompanhar a Copa de 2030, na Espanha, em Portugal e no Marrocos, pode custar entre R$ 45 mil (uma pessoa) e R$ 200 mil (família de quatro). Especialistas recomendam começar a poupar já, com aportes mensais definidos e estratégia de compra gradual de moeda estrangeira.