Bolsa brasileira sobe puxada por bancos e Vale, dólar avança para R$ 5,11 e petróleo despenca mais de 8% após trégua entre EUA e Irã, movimento que reduz custos de combustível mas aumenta pressão cambial.
Um bilionário do setor de petróleo transformou água residual do fracking, antes um problema ambiental caro de descartar, em infraestrutura estratégica para atrair data centers de inteligência artificial no Texas, movimentando bilhões de dólares em poucos anos.
Ataques a petroleiros na Arábia Saudita elevaram o petróleo acima de US$ 100 o barril, derrubaram o Ibovespa e levaram o dólar a R$ 5,08, em mais um dia de aversão a risco nos mercados globais.
A TotalEnergies teve seu melhor trimestre em quase três anos, com lucro impulsionado pela alta do petróleo causada pela guerra no Irã. Entenda por que isso importa para o seu planejamento financeiro, mesmo aqui no Brasil.
Petróleo fecha na máxima de cinco semanas após ataques entre EUA e Irã e ameaça de bloqueio naval dos houthis à Arábia Saudita, movimento que já reflete no câmbio e traz alerta para empresas que dependem de combustíveis, logística e comércio exterior.
Mercados globais amanheceram divididos: petróleo sobe com a escalada da tensão no Oriente Médio, mas as bolsas ignoram o risco e apostam nas ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial.
A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã derrubou o Ibovespa e o dólar nesta segunda-feira, enquanto o petróleo disparou com o risco de bloqueio no Estreito de Ormuz, movimento que já pressiona custos de combustível e logística para empresas brasileiras.
Tensões entre Estados Unidos e Irã voltam a agitar o mercado de petróleo, com reflexos possíveis nos custos de combustível e transporte. No Brasil, o boletim Focus mantém a expectativa de juros estáveis e mostra leve alívio na projeção de inflação para 2026.
Passados 18 meses do retorno de Trump à Casa Branca, a economia dos EUA mostra resiliência, mas também sinais de estagnação em emprego, inflação e poder de compra das famílias, um cenário que interessa a qualquer negócio brasileiro exposto a câmbio, exportação ou custos importados.
O Governo Federal regulamentou a renegociação de dívidas de municípios com a União, permitindo parcelamento em até 30 anos e juros reduzidos, com prazo para adesão até setembro de 2026. Entenda o que muda e por que isso interessa também a empresários que fazem negócios com o poder público local.
O Decreto nº 13.080/2026 regulamenta o parcelamento especial de dívidas de municípios com a União, permitindo refinanciar débitos em até 360 parcelas e usar ativos públicos para abater o saldo devedor. A adesão deve ser formalizada junto à Secretaria do Tesouro Nacional até 9 de setembro de 2026.
Nova portaria do Ministério do Trabalho muda as regras para funcionamento do comércio em feriados, exigindo autorização em convenção ou acordo coletivo para a maioria das atividades, com exceções específicas listadas na norma.
Janet Yellen afirma que a economia mundial não vive mais uma crise isolada, mas uma sequência de choques que se somam: protecionismo, petróleo e o custo da inteligência artificial. Entenda o que isso significa para o planejamento do seu negócio.
O Banco Central Europeu manteve os juros nesta quinta-feira, mas a alta do petróleo e do gás reacende a possibilidade de novo aumento em setembro, um cenário que pode afetar custos, câmbio e negócios brasileiros ligados à Europa.
O Ibovespa fechou em alta de 2,44%, superando os 177 mil pontos, puxado por Vale, Petrobras e Weg, enquanto o dólar caiu ao menor nível em mais de um mês. No mesmo dia, entrou em vigor a tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros, e o governo lançou R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas.
O Banco Mundial alerta que a guerra entre EUA e Irã pode derrubar o crescimento global para 1,3% e levar a inflação a 4,5%, com juros mais altos afetando especialmente países endividados.
O STF derrubou a exigência de idade mínima para a aposentadoria especial, decisão que permite a trabalhadores expostos a agentes nocivos se aposentar apenas pelo tempo de contribuição, com forte impacto no planejamento de RH e custos previdenciários das empresas.