O FMI avaliou a economia brasileira e recomendou que o Banco Central mantenha os juros flexíveis e guiados por dados, além de defender um ajuste fiscal mais forte para sustentar a confiança e reduzir riscos de inflação.
Ex-secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, afirma que Trump tenta minar a independência do Fed e alerta para risco crescente de "dominância fiscal", cenário que pode elevar juros globais e afetar custos de crédito e câmbio no Brasil.
O Boletim Focus reduziu pela terceira semana seguida a projeção de inflação para 2026, mas o ritmo de queda perdeu força e os juros altos devem persistir por mais tempo, o que exige atenção redobrada do empresário no planejamento financeiro.
A Fazenda manteve em 2,3% a projeção de crescimento do PIB para 2026, mas elevou a estimativa de inflação de 4,5% para 5,1%, um cenário que exige atenção redobrada a margens, preços e crédito nas empresas.