Estudo Inside Out ouviu mais de 250 praticantes e especialistas e mostra que marcas enxergam o tênis pelo viés do glamour, enquanto quem joga busca principalmente prazer e diversão, não status.
Com 14 dos 20 clubes da Série A patrocinados por casas de apostas, o futebol brasileiro concentrou receita em um único tipo de parceiro, repetindo um erro clássico de gestão financeira: a falta de diversificação.
A segunda edição do SP Open, no Parque Villa-Lobos, projeta alta de 15% no faturamento e reúne mais de 45 marcas patrocinadoras, consolidando São Paulo no calendário mundial do tênis feminino.
Pesquisa do DataFolha mostra que 22% dos brasileiros, quase 47 milhões de pessoas, não torcem por nenhum time de futebol: um mercado bilionário que os clubes não sabem converter em clientes pagantes, e que traz lições valiosas de gestão para qualquer negócio.
A Fifa avalia criar uma subsidiária comercial, a FFE, avaliada em US$ 20 bilhões, e vender fatia minoritária a investidores privados para ampliar receitas do futebol mundial sem abrir mão do comando esportivo.