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SP Open 2026: por que o torneio de tênis feminino importa para São Paulo

17/09/2026 05:004 min de leituraAtualizado há 2 dias

Fonte: Forbes Brasil · Síntese editorial da GL Inteligência Contábil.

Se você trabalha com eventos, patrocínio ou marketing esportivo, vale prestar atenção ao que está acontecendo no tênis feminino brasileiro. Desde o último domingo, o Parque Villa-Lobos, em São Paulo, recebe a segunda edição do SP Open, torneio que faz parte do circuito mundial da WTA. O evento não é apenas uma competição esportiva: é um caso de crescimento rápido de mercado, com números que interessam a qualquer empresário que pensa em associar sua marca a um público em expansão.

Um torneio que nasceu grande e está crescendo mais

Na estreia, em 2025, o SP Open já havia surpreendido: reuniu 33 mil pessoas e contou com 38 patrocinadores, marcando o retorno de São Paulo ao calendário oficial da WTA depois de 25 anos sem um evento desse porte na cidade. Um ano depois, o torneio consolidou essa base e ampliou o apoio comercial: agora são mais de 45 marcas patrocinadoras, e a organização projeta um aumento de 15% no faturamento em relação à primeira edição. Mesmo com chuva no início da semana, já havia fila de público para entrar no evento, um sinal de que o interesse não é passageiro.

Segundo Marcia Casz, diretora-geral do SP Open e também responsável pelo Rio Open, o papel do torneio vai além do esporte: é mostrar que o Brasil pode ser protagonista no tênis feminino mundial. Para ela, o circuito feminino está em um momento de crescimento, com o surgimento de novas referências brasileiras, e isso cria um ciclo positivo: quanto mais visibilidade as atletas conquistam, maior o interesse do público, o que por sua vez atrai mais investimento e mais visibilidade ainda.

SP Open em números
33 milpúblico na estreia (2025)Marca o retorno de São Paulo ao calendário da WTA após 25 anos.
45+marcas patrocinadoras em 2026Alta em relação aos 38 patrocinadores da primeira edição.
15%alta projetada no faturamentoEstimativa da organização para a edição de 2026.

Quem está em quadra e por que isso atrai o público

A edição de 2026 reúne uma chave principal de simples com 32 tenistas, além de 16 jogadoras no qualificatório e 16 parcerias na disputa de duplas. Ao todo, 11 brasileiras participam da competição, entre elas Luisa Stefani, vencedora da última edição na chave de duplas ao lado da húngara Tímea Babos, além de Laura Pigossi e Nauhany Silva. A final está marcada para o próximo domingo. Para quem pensa em investir em eventos esportivos, esse é justamente o tipo de ingrediente que sustenta o crescimento do público: ver nomes conhecidos e acompanhar de perto uma disputa que normalmente só chegaria pela televisão.

As próprias atletas reforçam esse ponto em depoimentos ao evento. Várias delas destacam que competir em casa, diante da torcida brasileira, é raro e por isso tem um valor especial. Também aparece com frequência a ideia de que a presença de um torneio desse nível no país abre espaço para que meninas se enxerguem no esporte profissional, seja como jogadoras, treinadoras ou profissionais de eventos esportivos. Esse discurso de inspiração e representatividade é um fator que costuma pesar na decisão de marcas que buscam associar sua imagem a causas de longo prazo, não apenas a um evento pontual.

O que isso significa para quem pensa em patrocínio ou eventos

Para o empresário que avalia oportunidades de marketing esportivo, o SP Open ilustra um movimento maior: o crescimento do tênis feminino como vitrine de visibilidade e conexão com o público. O salto de 38 para mais de 45 patrocinadores em apenas uma edição, somado à expectativa de alta de 15% no faturamento, mostra que o mercado já está enxergando valor nesse tipo de associação. Além disso, o fato de o torneio atrair público mesmo em dias de chuva indica um engajamento que vai além da curiosidade inicial.

Se a sua empresa atua com patrocínio esportivo, ativação de marca em eventos ou hospitalidade corporativa, o crescimento consistente do SP Open é um indicador prático: torneios ligados ao esporte feminino estão deixando de ser uma aposta de nicho e passando a competir por atenção e investimento com eventos tradicionais. Acompanhar esse tipo de movimento ajuda a identificar, com antecedência, onde o público e o mercado estão migrando, o que pode representar uma janela de oportunidade para marcas que queiram se posicionar antes que o espaço fique mais concorrido.

Aviso: conteúdo informativo, produzido a partir de fontes públicas e reescrito pela nossa editoria. Não substitui orientação contábil ou fiscal personalizada. Tem uma dúvida sobre o assunto? Pergunte no portal.