A FarmaUSA, que nasceu importando produtos dos Estados Unidos, virou fabricante nacional e venceu licitações públicas de cannabis medicinal, mirando faturamento de R$ 100 milhões até 2028.
Empresa australiana pede registro de comprimido de CBD sem THC junto ao órgão regulador do país, mirando mercado de centenas de milhões de dólares e tentando transformar a cannabis em produto farmacêutico de verdade.
O governo canadense vai investir R$ 90,24 milhões em um consórcio de pesquisa dedicado a entender os efeitos da cannabis na saúde do cérebro, num momento em que o mercado legalizado do país já movimenta bilhões de dólares por ano.
A Alko, tradicional fábrica de produtos para diagnóstico por imagem no Rio de Janeiro, aposta em uma nova divisão de medicamentos à base de cannabis para elevar o faturamento de até R$ 60 milhões para R$ 84 milhões, mostrando como diversificação planejada e gestão familiar bem estruturada podem abrir novas frentes de receita.