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Ranking 2026 aponta as melhores marcas de hotéis de luxo do mundo

28/10/2026 15:343 min de leituraAtualizado há 1 dia

Fonte: Forbes Brasil · Síntese editorial da GL Inteligência Contábil.

Se você atua no setor de hospitalidade, turismo ou cuida da imagem de uma marca que depende de reputação e experiência do cliente, vale prestar atenção ao ranking anual da Luxury Travel Intelligence (LTI). A lista das 20 melhores marcas de hotéis de luxo do mundo em 2026 foi divulgada recentemente, e o Mandarin Oriental se manteve na liderança pelo quarto ano consecutivo, à frente de nomes como Oetker e Bvlgari.

O que o ranking avalia

Diferente do que muita gente imagina, essa lista não é uma pesquisa de satisfação de hóspedes nem um ranking de preços ou luxo percebido pelo público. A LTI avalia a marca como um todo, olhando para fatores como gestão, equipe, alocação de recursos, valores da empresa e a forma como ela sustenta sua identidade ao longo do tempo. Ou seja, é uma análise voltada para quem entende de gestão hoteleira e observa como a marca se comporta por trás das cortinas, não apenas a experiência que o cliente vê na recepção.

O cálculo é feito por um algoritmo com 134 pontos de contato, cada um com peso diferente, somando um total possível de 4.792 pontos. A pontuação percentual divulgada representa quanto cada marca conquistou desse total. O Mandarin Oriental, por exemplo, atingiu 81,1%, o equivalente a cerca de 3.886 pontos.

Pontuação das três primeiras marcas
81,1%Mandarin OrientalLíder pelo quarto ano consecutivo.
80,6%OetkerSegunda colocada no ranking 2026.
80,2%BvlgariTerceira colocada no ranking 2026.

Um detalhe importante para quem administra marcas e reputação corporativa: a pontuação de um ano não carrega peso para o ano seguinte. O ranking é zerado anualmente, o que significa que cada marca precisa reconquistar sua posição todos os anos, sem descanso. Isso mostra como a reputação de uma empresa de alto padrão exige manutenção constante, e não apenas um histórico de bons resultados passados.

Por que algumas marcas caem no ranking

O caso da Aman ilustra bem como eventos pontuais podem impactar a avaliação de uma marca. A empresa caiu sete posições na lista depois de uma violação de dados de clientes que, segundo a LTI, ainda não havia sido resolvida. Isso reforça um ponto central para qualquer gestor: crises mal administradas, especialmente as que envolvem segurança da informação e confiança do cliente, têm efeito direto sobre a percepção de valor da marca, mesmo em segmentos de luxo onde a experiência física costuma ser o principal diferencial.

Outra mudança relevante nesta edição foi o critério de elegibilidade: para entrar na lista, a marca precisa ter pelo menos oito propriedades ao redor do mundo. Além disso, o ranking cresceu de 15 para 20 marcas neste ano, ampliando o espaço de disputa e trazendo mais competidores para a briga pelas primeiras posições.

O que isso significa na prática

Para empresários do setor hoteleiro e de turismo de alto padrão, o ranking funciona como um termômetro de gestão, não apenas de marketing. Ele sinaliza que investir em equipe, processos internos, segurança de dados e consistência de valores pesa tanto quanto a experiência visível ao hóspede. Se você lidera um negócio que depende de reputação de marca, seja no turismo, seja em outro setor de serviços premium, o aprendizado é claro: a confiança do cliente se constrói com gestão sólida no dia a dia, e qualquer falha, como uma crise de dados mal resolvida, pode custar posições conquistadas ao longo de anos.

Aviso: conteúdo informativo, produzido a partir de fontes públicas e reescrito pela nossa editoria. Não substitui orientação contábil ou fiscal personalizada. Tem uma dúvida sobre o assunto? Pergunte no portal.