Um estudo aponta potencial de R$ 3,5 bilhões para o agronegócio brasileiro com créditos de carbono até 2035. Veja como isso já está mudando a relação entre produtores, indústrias e bancos.
A brasileira Mombak entregou os primeiros créditos de carbono de reflorestamento na Amazônia com mais de dois anos de antecedência, marco que reforça a credibilidade do mercado de carbono e abre novas perspectivas de negócio para empresas que compensam emissões.