A Bahia se consolidou como a 7ª maior economia do Brasil em 2025, com crescimento de 2,7% e R$ 536,7 bilhões em valor adicionado, mas informalidade alta, renda baixa e gargalos logísticos ainda limitam o potencial do estado.
O Rio de Janeiro tem a segunda maior economia do Brasil, mas dívida pública elevada, alto custo de operação e perda de indústrias limitam o crescimento e a geração de empregos no estado.
Um estudo acadêmico mostra que cidades mais segregadas arrecadam menos IPTU, têm mais informalidade e burocracias menos qualificadas, criando um ciclo de dependência de repasses federais que afeta diretamente o ambiente de negócios local.
O Governo Federal regulamentou a renegociação de dívidas de municípios com a União, permitindo parcelamento em até 30 anos e juros reduzidos, com prazo para adesão até setembro de 2026. Entenda o que muda e por que isso interessa também a empresários que fazem negócios com o poder público local.