Melhores companhias aéreas e aeroportos de 2026: veja o ranking
27/10/2026 05:003 min de leituraAtualizado há 1 hora
Fonte: Forbes Brasil · Síntese editorial da GL Inteligência Contábil.
Se a sua empresa depende de viagens frequentes, seja para visitar clientes, fechar negócios ou participar de feiras, vale ficar de olho em quem está entregando a melhor experiência na aviação em 2026. Um levantamento do Forbes Travel Guide, feito com quase 9 mil profissionais do setor de hospitalidade e consultores de viagens, apontou as companhias aéreas e os aeroportos que mais se destacaram neste ano em conforto, atendimento e inovação. O resultado ajuda gestores a tomar decisões mais informadas na hora de definir políticas de viagem corporativa e escolher fornecedores para deslocamentos de executivos e equipes.
Quem são os destaques do ano
A Delta Air Lines foi a grande vencedora da edição, levando seis prêmios, incluindo o de melhor companhia aérea dos Estados Unidos e melhor sala VIP de companhia aérea americana, no aeroporto JFK. A Emirates ficou com o título de melhor companhia aérea internacional e também levou o prêmio de melhor primeira classe internacional, com uma cabine que funciona quase como um quarto de hotel, com controle de temperatura, iluminação e serviço de quarto. Já a Qatar Airways venceu na categoria de melhor classe executiva internacional, com assentos que têm porta e total privacidade.
No ranking de aeroportos, o Singapore Changi, em Cingapura, foi eleito o melhor aeroporto internacional, puxado por sua estrutura de entretenimento e pela extensa oferta gastronômica, com mais de 200 opções de restaurantes. Nos Estados Unidos, o aeroporto de LaGuardia, em Nova York, manteve a liderança pelo terceiro ano seguido, com destaque para seu novo espaço de curadoria artística e uma sala VIP assinada pelo chef José Andrés.
Um ponto que chama atenção para empresários que viajam com frequência é a categoria de inovação do ano, vencida pela Air New Zealand. A companhia lançou o Economy Skynest, um sistema de cápsulas que funcionam como camas-beliche para passageiros da classe econômica e econômica premium, reservadas em sessões de quatro horas. O recurso estará disponível na rota entre Nova York e Auckland, de 18 horas, a partir de novembro, e representa um movimento importante do setor para melhorar o conforto em voos longos sem custo de classe executiva.
O que isso muda na prática para o seu negócio
Para empresas que mantêm equipes viajando com regularidade, esses rankings funcionam como um termômetro de qualidade na hora de negociar contratos corporativos com companhias aéreas ou escolher rotas e conexões. Aeroportos com melhor infraestrutura, como Changi e LaGuardia, tendem a reduzir o desgaste em conexões longas, o que pode impactar diretamente a produtividade de quem viaja a trabalho. Já companhias que investem em categorias intermediárias, como a JSX, eleita melhor companhia aérea de pequeno porte, mostram uma alternativa para quem busca agilidade em deslocamentos regionais, com check-in simplificado e entrega de bagagem mais rápida.
Vale lembrar também que parcerias gastronômicas, como a da Air France com o chef Daniel Boulud, e investimentos em salas VIP exclusivas, caso da Louis Vuitton Lounge no aeroporto de Hamad, sinalizam uma tendência do setor em transformar o tempo de espera e o próprio voo em parte da experiência de negócios, algo que pode ser usado estrategicamente em viagens com clientes ou parceiros importantes.
Na prática, o reconhecimento dessas companhias e aeroportos serve como referência para gestores revisarem suas políticas de viagem corporativa, avaliando custo-benefício entre conforto, pontualidade e qualidade de atendimento. Empresas que lidam com viagens internacionais frequentes podem usar esse tipo de ranking para justificar a escolha de determinadas rotas ou parceiros aéreos, equilibrando despesas com a experiência oferecida aos colaboradores em deslocamento.
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