Cidades do interior paulista tiveram valorização imobiliária acima da capital nos últimos cinco anos, puxada pela migração pós-pandemia e pelo trabalho híbrido, com reflexos até na contratação de executivos.
Vitória segue como a cidade mais cara do Brasil para comprar imóveis, com o metro quadrado próximo de R$ 16 mil e alta acumulada bem acima da média nacional em 2026.
A Praia Brava, em Itajaí (SC), ganha força como destino imobiliário de alto luxo, puxada por lançamentos como o da Dall Empreendimentos e pela busca de investidores por segurança e valorização patrimonial.