A Audi revelou o Q9, seu maior e mais luxuoso SUV, para disputar o topo do segmento de luxo com BMW X7 e Mercedes-Benz GLS. A chegada ao Brasil ainda não tem previsão.
Depois de dominar o mercado de carros elétricos mais baratos, montadoras chinesas agora avançam para o segmento premium no Brasil, com modelos que chegam perto de R$ 1,5 milhão.
A Xiaomi registrou queda expressiva no lucro do segundo trimestre por causa do custo elevado de componentes de memória, mas já vê alívio à frente e amplia investimento em veículos elétricos.
A BYD lança no Brasil o Song Pro Híbrido Flex Fuel, unindo eletrificação e etanol, num movimento que reforça o crescimento acelerado dos híbridos no país e aponta oportunidades ligadas aos incentivos fiscais do programa Mover.
Marcas chinesas já somam quase 15% do mercado premium no Brasil em julho, com a Denza sozinha alcançando 13,1% de participação graças ao SUV B5. O segmento, porém, fechou o mês em queda e mostra mudanças relevantes na eletrificação e no perfil de veículos mais vendidos.