O IPCA-15 caiu 0,40% em agosto, primeira deflação em um ano, e a inflação em 12 meses ficou abaixo do teto da meta pela primeira vez desde abril. Mas parte da queda vem de fatores que não devem se repetir.
O Copom cortou a Selic de 14,25% para 14% ao ano, mas endureceu o discurso e abandonou a promessa de novos cortes automáticos, o que exige mais cautela de empresas no planejamento financeiro e de crédito para os próximos meses.
O Banco Central reduziu a Selic de 14,25% para 14% ao ano, iniciando um ciclo de cortes cauteloso diante da desaceleração da inflação e da atividade econômica, mas manteve os juros em nível ainda restritivo para as empresas.
O Copom deve cortar a Selic para 14% ao ano na próxima semana, mas economistas divergem sobre o que vem depois: o cenário fiscal e a inflação ainda elevada podem limitar novos cortes ou até forçar uma reversão.
Bolsa brasileira sobe com trégua no Oriente Médio e inflação mais fraca, mas dólar e petróleo em queda acendem sinal de atenção para empresas às vésperas da decisão de juros nos EUA.