Empresas paulistas com consumo elevado de energia estão buscando o mercado livre para negociar preços diretamente com fornecedores, reduzir custos e ganhar previsibilidade no orçamento.
A China passou a atualizar o preço da energia elétrica a cada 15 minutos em algumas regiões (chegando a cinco minutos em outras) para acompanhar a expansão da energia solar e eólica, num movimento que aumenta a volatilidade dos preços e cria oportunidades e riscos para empresas que dependem de eletricidade intensiva.