O FMI avaliou a economia brasileira e recomendou que o Banco Central mantenha os juros flexíveis e guiados por dados, além de defender um ajuste fiscal mais forte para sustentar a confiança e reduzir riscos de inflação.
Governo federal libera R$18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas por novas tarifas dos EUA e por conflitos internacionais, com foco em capital de giro, máquinas e busca de novos mercados.
O Figma, plataforma de design colaborativo usada por gigantes como Itaú, Nubank e Mercado Livre, abre seu primeiro escritório da América Latina em São Paulo e passa a oferecer hospedagem local de dados, movimento que facilita a adequação à LGPD para empresas brasileiras.
O Itaú BBA elevou o preço-alvo das ações da Moura Dubeux (MDNE3) para R$ 44, projetando alta de 78%, após revisão de tese que aponta execução mais forte da incorporadora e valuation considerado atrativo pelo banco.
Os FIDCs somaram R$ 30,6 bilhões em captação líquida no primeiro semestre de 2026 e viraram uma das principais portas de crédito para empresas de todos os portes, mas o crescimento acelerado também aumenta a atenção necessária com fraudes, lastro dos recebíveis e inadimplência.
A Fazenda manteve em 2,3% a projeção de crescimento do PIB para 2026, mas elevou a estimativa de inflação de 4,5% para 5,1%, um cenário que exige atenção redobrada a margens, preços e crédito nas empresas.